10

May

Pope backs pro-choice excommunications

«Pope Benedict XVI began his first trip to Latin America Wednesday by laying down church law on abortion, suggesting he agrees with bishops who said Catholic politicians in Mexico excommunicated themselves by legalizing abortion in that nation’s capital.»

Bad move… caso ele queira realmente “recuperarar” a Igreja – motivo da visita. Já não é a Igreja que define os valores morais.

15

Apr

João Miranda no DN?

Ao que isto chega…

Mas começou bem! ENORME! Como sempre. Logo no 1º artigo que escreveu tratou logo de demonstrar toda a sua ignorância e incompetência a todo o país.

«Felizmente, o sr. Presidente da República teve a sensatez de não enviar a nova Lei do Aborto para o Tribunal Constitucional. Tal seria extremamente cruel para os juízes do Tribunal, os quais, para não colocar em causa a vontade popular expressa em referendo, teriam que se contorcer para mostrar que, apesar das aparências em contrário, o feto não está vivo nem é humano.»

Pois é… mas o TC já se pronunciou sobre isso tudo que insinua terem medo, no acordão de aprovação da pergunta do referendo.

Não se pode esperar, também, que um “Investigador em biotecnologia” saiba o que quer seja sobre o assunto. Mas ele gosta muito de falar sobre coisas avulsas para as quais não tem preparação nenhuma. Há quem o classifique como “poster de tablóide”. Algo que está bem patente no resto do artigo. :)

Para quem não o conhece, é o maior spammer (sim, para além de tabloidesco, é a definição de spammer) dos blogs ditos de topo, particularmente o Blasfémias.

14

Feb

«Sim, ainda…»

«Mas, ainda os custos? Ainda o preçário e o SNS? Ainda a discussão em torno dos 0,128% do Orçamento do Ministério da Saúde?»
Por Marta Rebelo, no seu blog, a linha de conta, que nos (uminho) visitou a propósito das conferências sobre as autarquias locais.

13

Feb

Reacções do Não: totalitarismo

«Seja como for, o PM, o Governo e a maioria deverão ser os primeiros a respeitar a nossa lei fundamental, e mal estaremos, em todos os casos, se assim não acontecer. É certo que eles prometeram mexer na lei, mesmo sem a maioria vinculativa, mas é um princípio de pensamento totalitário e de extraordinária falta de respeito pelos portugueses. Felizmente ainda existe um Presidente da República e um Tribunal Constitucional, que terão uma palavra final, e decisiva, sobre essa matéria.»

Luís Delgado no DN

“Princípio de pensamento totalitário”… é com cada uma. Só falta dizer que como não é vinculativo, o Não ganhou.

13

Feb

Reacções lá fora: "Paso Adelante"

«La amplia victoria del (59% contra 40%) en el referéndum sobre el aborto celebrado el domingo en Portugal supone, nueve años después del ajustado triunfo del no en la primera consulta, un histórico paso adelante para el país vecino. Al dar su respaldo a la despenalización del aborto por decisión de la mujer en las primeras 10 semanas de embarazo, Portugal ha dicho no al miedo, la humillación y la persecución judicial de las 20.000 mujeres que cada año toman la decisión de abortar, ya sea clandestinamente o en el extranjero. Portugal ha querido dejar atrás su ley de 1984, una norma de supuestos casi idéntica a la española que jamás pudo ser aplicada racionalmente por la presión social de la Iglesia y la cerrazón médica

12

Feb

Reacções lá fora

Aqui, n’Avenida Central

12

Feb

Em contraste, reacções do Sim

«A maior vitória de hoje é acreditar que, com este resultado, vai ser possível devolver este assunto à consciência individual de cada um»

«O Sim ganhou. O país ganhou. O Estado secular ganhou. Agora é tempo de tornar o aborto mais raro, precoce e seguro, acabar com a liberalização de vão de escada. É tempo de despenalizar.»

Sim no referendo

12

Feb

Reacções do Não: fundamentalismo neurótico

«Venceu a cultura da morte!

11 de Setembro, 11 de Março, 11 de Fevereiro. Datas manchadas pela morte!»

Muito triste…

11

Feb

Se levar uma t-shirt destas, estarei a fazer campanha?

10

Feb

O crime e as ideas peregrinas

«Homenagem aos meus professores de Direito

Àqueles que me ensinaram o que era um crime e o que não era. Que há comportamentos que outrora foram qualificados como crime (o adultério, a prostituição, a homossexualidade) e que saíram do Código Penal quando a sua incriminação deixou de fazer sentido. Que me fizeram acreditar que o Direito Penal é para ser levado a sério e não para ser instrumentalizado ao serviço de dogmas morais ou das conveniências políticas ou sociais!»

«Desvergonha

A ideia de que votando contra a despenalização se pode contribuir para a despenalização é seguramente uma das mais pedestres mistificações políticas de que há memória no Portugal democrático.»

Por Vital Moreira na Causa Nossa

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