13

Jan

Bem propagandeado

«Segundo o Ministério da Saúde de Gaza, controlado pelo Hamas, um total de 971 palestinianos morreram em 18 dias de ataques, 400 dos quais eram mulheres e crianças. Já o chefe dos serviços de emergência do território, Muawiya Hassanein, confirma pelo menos 960 mortos.»

Público

Não consigo perceber esta gullibility dos media. Acredito que tenha morrido bastante gente. Mas continua-se a considerar e vender esses dados como uma certeza.

Sobre isso, passo a palavra ao enorme Mohammed Saïd al-Sahaf, ex-ministro da informação do Iraque:

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Depois disto, alguém iria voltar a cometer este erro de propaganda? Não. O Hamas fala. O ministério da saúde fala. Só que ninguém os vê, ninguém os ouve. Mas eles falam, parece. De alguma forma, que não através de uma personagem destas, eles chegam aos media.

PS: Não preciso de dizer repetir porque é que existe interesse neste (mais que provável) exageramento dos números.

2

Nov

Retrospectiva Eleições #2 McSame

#1 McBush, McSame.

#2 A guerra do McCain.

#3 “The fundamentals of the economy are strong”. A economia v-McCain.

#4 A economia v-Obama.

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Outros posts “Retrospectiva Eleições“.

23

Jul

John McCain’s Neverending War

15

Jul

We must continue sending troops…

24

Mar

Os casmurros do Iraque #2

Pacheco Pereira continua a saga.

O JPP diminui todos aqueles se opõem e sempre se opuseram à guerra no Iraque. Está obcecado (e ele é um homem de grandes obsessões) com os anti-americanos. Até os americanos já perceberam… Até eles já são anti-americanos.

O resto do artigo é uma tentativa sofrível de justificar o Iraque como campo de batalha físico e concreto contra o “terrorismo”. Outra justificação póstuma a 2003. Preocupa-se em tentar assinalar pontos positivos, mas nem os americanos, à excepção da administração, acredita muito nisso. Apenas vêm o dólar a desvalorizar, o petróleo a aumentar e claro, desde 2001, o número de mortos a crescer. Isto tudo enquanto a administração procura continuar a “aterrorizar” (porque o terror é sobretudo psicológico e, para muitos, existe um interesse em mante-lo) as massas.

O JPP fala do Iraque como campo de batalha, mal fala na inexistência de armas de destruição em massa; mal fala nas provas ténues ou mesmo inexistentes de que Saddam e o Iraque serviriam como base para terroristas, antes de 2003; não fala do preço de petróleo e dos interesses económicos ligados ao petróleo e às armas; não fala dos inúmeros ‘contractors’ e do custo directo da guerra; e de muitos outros aspectos se esquece.

Citando: «Ou seja, nem tudo o que aconteceu depois de 2003 se deve à invasão, nem é sua consequência necessária ou inevitável, nem a tem como pressuposto.»

O JPP parte do pressuposto de que o Iraque como campo de batalha contra o terrorismo não “criou” mais fundamentalistas e mais “terroristas”; parte do princípio de que os países só não foram atacados (ah espere… foram) porque existe esse campo; esquece-se que já existia uma campo de batalha, no Afeganistão, que não é nem metade do faroeste que é o Iraque.

«Talvez por isso, fechar o que está a acontecer no Iraque debaixo de conclusões férreas, definidas de antemão desde 2003, e a que pouco interessa a realidade que não seja a dos atentados, é mais do domínio da propaganda do que da realidade.»

O JPP não percebe que ele é que adoptou uma tese antes de 2003: de que a guerra era justificada; e jura e, pelo que se vê, jurará ad eternum por essa tese, seguindo a evolução das diferentes justificações. Justificações póstumas, desesperadas. Pura propaganda pra justificar o injustificável. Propaganda que é acompanhada da manutenção do terror, por mera decisão política, nas massas, através dos media e das constantes declarações oficiais. O JPP não vive na realidade. Nem sequer na propaganda. Viva num estado de completa ilusão.

22

Mar

Os casmurros do Iraque

Pacheco Pereira continua a achar que a Cimeira dos Açores e tudo o que aconteceu a partir daí não foi um Crime.

20

Mar

Posts ‘Na Mouche’

12

Mar

Notícias despercebidas

1. As virtudes do livre e democrático Iraque:


(Claro, as virtudes para os EUA)

2. Esta não é uma notícia, mas é uma opinião sobre uma, de que nem remotamente ouvi falar, que cabe genericamente na categoria das ‘civil liberties’ ou DLGs:
«When people accused of a criminal offence are acquitted or the charge is not pursued, should the State be allowed to retain their fingerprints and DNA samples and use them for the purpose of detecting crime?»


De referir que discordo da conclusão a que chegam no artigo:

«To retain the samples is a very limited interference with their private life, involving no practical detriment, especially when there are strong safeguards against any use of the material other than to check for a match to a crime scene.»

As safeguards existem e funcionam apenas até deixarem de funcionar. Mais válida esta afirmação se torna, se estamos a falar em arquivos digitais, em informática. É só querer. No post anterior falei do Blu-ray. A Sony inicialmente anunciou-o como impossível de “piratear”, de quebrar as ‘safeguards’ – pelo menos durante 10 anos. É verdade que demorou mais do que o normal, mas eventualmente foi quebrado (ex: 1, 2, 3). Até tenho curiosidade para descobrir quanto é que a Sony gastou e quanto é que o governo britânico (e outros governos europeus) gastam/investem nestas safeguards…

5

Jun

Quão racionais são os terroristas?

«We have the same stalker mentality situation with Al-Qaeda. Our best bet is to divert their focus to more accessible targets, just as the Soviet withdrawal from Afghanistan shifted their focus to us. Ironically, the civil war in Iraq might have accidentally accomplished through irrational means what good foreign policy could not. Al-Qaeda is using far more resources fighting other Muslims than fighting the U.S.»

Ler todo aqui, no Dilbert Blog. Uma análise com bastante sentido de humor e…alguma razão. :)

25

Apr

Bush vs. Bush

Bush do primeiro mandato contra o Bush do segundo mandato. :)

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