17

Nov

Tempo não falta

«17 a 21 de Novembro – prioridade à suspensão da avaliação em todas as escolas

25 Novembro – manifestações de professores em todas as capitais de distrito da região Norte
26 de Novembro – manifestações de professores em todas as capitais de distrito da região Centro
27 de Novembro – manifestações de professores em todas as capitais de distrito da região de Lisboa
28 de Novembro – manifestações de professores em todas as capitais de distrito da região Sul
3 de Dezembro – Greve nacional de professores e educadores
4 e 5 de Dezembro – Vigília de 48 horas à porta do Ministério da Educação
9 Dezembro – greves nas escolas da região Norte
10 de Dezembro- greves nas escolas da região Centro
11 de Dezembro – greves nas escolas da região de Lisboa
12 de Dezembro – greves nas escolas da região Sul
A partir de 15 de Dezembro, com os alunos já em férias, greves às reuniões de avaliação»

Público

Se somarmos todo este tempo, mais o tempo de preparação, mais o tempo já dedicado às outras manifestações e suas preparações, não será esse tempo todo suficiente para 3 ou 4 anos de avaliações?

E se somarmos as de Janeiro e Fevereiro, se lá chegarmos?

Os professores e Plataforma de Sindicatos estão dispostos a muita coisa, realmente estão…

A acompanhar esta agenda estava esta declaração:

«Os sindicatos insistem que só estarão disponíveis para negociações após a suspensão do modelo de avaliação pelo Ministério de Educação.»

Eu cá continuo há meses à espera que os sindicatos se sentem para negociar, na mesa onde o ministério já se sentou inúmeras vezes, à espera dos sindicatos. Pelos vistos ainda vão demorar. Já teria sido conseguido tanta coisa através do diálogo…

E acrescenta ainda a Plataforma de Sindicatos que vai agir contra as escolas que tentarem avançar com os procedimentos de avaliação. Ou seja, os professores que estiverem contra os sindicatos não são professores São traidores, vendidos à Ministra. Não têm direito a pensar, nem direito a trabalhar ou tampouco a cumprir uma lei que não tem nada de “ilegal” (passe a expressão), por muito que não gostem dela. Será uma argumentação curiosa, a que vão apresentar nos TAFs. E ainda se auto-denominam de sindicatos…é vergonhoso.

«A plataforma anunciou também que vai recorrer a tribunais para parar, por via de providências cautelares, todas as medidas de avaliação que sejam desencadeadas no âmbito do actual modelo e também qualquer alteração à lei com vista à simplificação desta.»

Isso, ou têm de pedir umas explicações aos “seus” professores de português.

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