1. «Washing machine Twitters when clothes are done», no LA Times. A glimpse of the future?
«[...] thanks to Twitter text message alerts to his cellphone from his hacked washer, which he dubbed PiMPY3WASH. After some attention last week from various blogs, Rose’s washing machine now has 152 followers on Twitter — meaning every time he does laundry, 152 people hear about it.
One subscriber to PiMPY’s laundry feed is Whirlpool’s Twitter account. Brian Snyder, the company spokesman who oversees the appliance manufacturer’s social media accounts, reached out to Rose on YouTube after spotting the video. He said the company was “always looking for new ways to connect our appliances to the Internet.” [...]»
via Twitter @ today show
2. «Ten things every journalist should know in 2009», no Journalism.co.uk
«[...]3. That there is a difference between link journalism and ‘cut and paste’ journalism (akaplagiarism).
4. That your readers are smarter than you think. In fact, many are smarter than you - they know more than you do.[...]
via Twitter @ Paulo Querido
3. A minha mãe matava-se se soubesse disto, no a causa foi modificada (sobre o conflito de Gaza)
«[...] Mas o Daniel Oliveira não viu as coisas assim; se calhar não acredita que, ao contrário do Hamas, Israel tem muito a perder quando mata civis. Pareceu-me que o post do Daniel Oliveira, como aliás um sem número de outros posts, noticias e insinuações, subscrevem, trabalham ou exploram esta confusão, de que o modo de exercer a violência do Estado de Israel e do IDF é na essência idêntico ao do Hamas, que ambos têm os mesmos objectivos e partilham a mesma plataforma moral. “Terrorismo de estado”, é o que se diz, é o que se ouve.
Ora eu acho que o esforço de distinguir entre um acto de guerra e um acto de terrorismo tem um valor civilizacional importante (mesmo que a guerra seja injusta e o terrorismo compreensível), e, no meu entender, a IDF faz a guerra e o Hamas faz terrorismo. A dificuldade de estabelecer fronteiras entre estas duas formas de provocar a morte não é razão para que não se tente essa higiéne. [...]»
4. Quase nada é o que parece, no Sem Pénis Nem Inveja. Como a Teresa, muitos não saberão bem a história e não perceberão bem porque é que a Esmeralda foi entregue ao pai biológico. A Teresa ficou a saber e citou parte da história/explicação; e não é demais linkar.
5. Heróis, vilões e o ‘jornalismo de causas’ no Corta Fitas. Também sobre a Esmeralda, sumariza muito bem o que aconteceu.
«[...]Na contínua e persistente fuga à justiça de um casal que tinha indevidamente acolhido uma menina que no próximo dia 12 completará sete anos. Esmeralda, registada como filha de pai incógnito por uma brasileira então imigrante ilegal, foi entregue pela mãe ao casal Luís Gomes-Adelina Lagarto com três meses e 16 dias, a 28 de Maio de 2002.
Sucede que o pai da miúda tinha rosto e nome: Baltazar Nunes disponibilizou-se a fazer exames hematológicos comprovativos da paternidade, confirmada a 8 de Janeiro de 2003. Um mês depois, perfilhou Esmeralda.
Sublinho: isto aconteceu há seis anos.[...]»
6. We’re all Keynesians again, no Wall Street Journal
«[...]Keynesians were banished in the 1980s by Reaganomics but made a comeback years ago and again control U.S. levers of power. They argue that massive deficit spending by the federal government is the right policy for these times. Paul Krugman of the New York Times has asserted that the Great Depression lasted 10 years because the New Deal didn’t spend enough. Japan tried to spend its way out of its postbubble malaise in the 1990s but ended up with a mountain of debt and a “lost decade” of little or no economic growth. Nevertheless, the incoming Obama administration is promising close to a trillion dollars in fiscal stimulus, and the Bernanke Fed seems to believe the way to deal with a collapsed bubble is to reinflate it. That of course takes no account of how we got the bubble in the first place.[...]»
7. Twitter: prós e contras (em 140 caracteres ou menos), por Paulo Querido. Um must, para quem não conhece e quer conhecer o Twitter.
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